Emoção art.ficial 4.0 - A Emergência no Itaú Cultural

Por Grazziani Colombo  •  2 Julho 2008 | Ciências Sociais, User Experience |  

 Emergência

No cotidiano, associamos a palavra emergência a hospitais e ambulâncias. Mas ela traz também outros significados menos óbvios, como realidades complexas surgindo da aplicação de regras simples. O cérebro, o formigueiro, as cidades e os softwares livres são exemplos de emergência sob este ponto de vista não convencional.

A quarta edição da Bienal Emoção Art.ficial, entre 2 de julho e 14 de setembro, reflete sobre a emergência no campo da arte cibernética. A exposição apresenta obras constituídas por elementos reais ou virtuais que, ao interagirem entre si, originam resultados complexos não-previstos pelo artista. A construção de tais obras apresenta, dessa maneira, características emergentes que expandem os conceitos tradicionais de criação e autoria.

Além da exposição, será realizado o Simpósio Emoção Art.ficial 4.0, entre 2 e 5 de julho e com transmissão ao vivo pela internet, que tratará sobre o conceito de emergência. ON_OFF, espetáculos em live images, e performances de improvisação em dança completam a programação em julho.

Bem, vamos aos trabalhos:

The Bacterial Orchestra, de Martin Lübcke e Olle Cornéer (Suécia, 2006)

 Bacterial Orchestra

Uma orquestra formada por células auditivas que se comportam como um organismo. Da interação entre elas resulta uma espécie de microfonia que, trabalhada por um software especial, possibilita evoluções sonoras que aludem a diferentes momentos históricos da música, que vão de Mozart a acid house.

Martin Lübcke é consultor na área de programação em computadores e doutor em física teórica. É também integrante da banda Måfå.

Olle Cornéer é DJ, produtor na área de música eletrônica e integrante de projetos como Dibaba (representado pelas gravadoras Gigolo Records e Plong!) e Dada Life (Breastfed, Pickadoll). Também escreve artigos sobre música para a mídia especializada.

Ultra-Nature, de Miguel Chevalier (México, 2008)

Ultra-Nature

Um jardim virtual cuja flora é composta de seis variedades de plantas digitais coloridas. Cada uma delas evolui de acordo com suas características genéticas e pela interação com o público que, por meio de sensores, provoca a polinização entre elas, influenciando o crescimento de novas e inesperadas florações.

Miguel Chevalier é conhecido como um dos pioneiros da arte digital. Nascido no México e radicado na França, graduou-se na Escola Nacional Superior de Belas Artes , em Paris, no início da década de 1980. Em 1994, ingressou como artista residente na Villa Kujoyama, em Kyoto, Japão.

I/VOID/O, de Sandro Canavezzi de Abreu (Brasil, 2008)

I/VOID/O

Versão atualizada da instalação VOID, em que o público observa o conteúdo de uma caixa-preta (na verdade, uma esfera acrílica espelhada onde um cubo virtual é projetado internamente), na qual sons, imagens reais e virtuais se fundem e se confundem, criando uma realidade interna instável e inóspita. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007.

Sandro Canavezzi de Abreu é arquiteto, mestre em poéticas digitais pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP), especialista em generative systems pelo Codelab_berlin e artista residente no Transmediale (Berlim) e no V2_Org (Roterdã). Atualmente dirige o LAbI (Laboratório Aberto de Interatividade para Disseminação do Conhecimento Científico e Tecnológico), na Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR).

Performative Ecologies, de Ruairi Glynn (Irlandês, 2007)

Performative Ecologies

Uma comunidade de quatro robôs orienta-se por meio de um software de reconhecimento de padrões faciais. A obra examina o potencial interativo (e não apenas responsivo) de elementos robóticos ao se engajar em formas de comunicação performativas e não-verbais com o público.

Ruairi Glynn começou sua carreira artística como escultor. Estudou design interativo na Universidade Central Saint Martins de Arte e Design, em Londres, e no Instituto de Arte Digital e Tecnologia, em Plymouth. É integrante do grupo Interactive Architecture, da Escola de Arquitetura Bartlett, em Londres. Foi aluno do ciberneticista inglês Ranulph Glanville.

Roots, de Roman Kirschner (Áustria, 2005-2006)

Roots

Escultura dinâmica inspirada numa experiência de Gordon Pask, na qual o cientista inglês literalmente criou, na década de 1950, um computador eletroquímico. Eletrodos na forma de hastes de arame são imersos numa solução de sulfato de ferro e recebem cargas elétricas. Cristais negros crescem em suas extremidades como neurônios e, depois de tentar se conectar com cristais de outros eletrodos, dissolvem-se.

Roman Kirschner estudou filosofia e história da arte na Universidade de Viena. Atualmente é pesquisador na Academia de Mídia e Arte de Colônia, na Alemanha, e co-fundador do coletivo Für.

Canções Submersas, de Vivian Caccuri (Brasil, 2008)

Canções Submersas

A instalação promove a interferência de quatro carpas – que vivem em uma piscina climatizada – no som em MP3 do público. A movimentação do nado dos animais é reconhecida por um software especial. Conforme os peixes se movimentam e se aproximam uns dos outros, o sistema modifica em tempo real as faixas musicais. É então criada uma cacofonia fluida no ambiente da obra, possibilitando uma audição coletiva de arquivos sonoros íntimos. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007.

Vivian Caccuri é artista e pesquisadora em arte eletrônica. É coordenadora de conteúdo e consultora técnica do Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (File). Seu trabalho explora a relação entre som, objetos físicos e sistemas de informação em instalações eletrônicas, performances sonoras e dispositivos interativos.

Bachelor: The Dual Body, de Ki-Bong Rhee (Coréia, 2003)

Bachelor: The Dual Body

Instalação composta de um livro que faz delicados movimentos no interior de um aquário e que mantém sua estabilidade por meio de um equilíbrio dinâmico entre um campo magnético e o fluxo proporcionado pela bomba de água. A obra sugere princípios cíclicos que se contrapõem ao imobilismo, além de evocar isolamento e uma constante sensação de emergência.

Ki-Bong Rhee é graduado em arte na Universidade Nacional de Seul. Participou da Bienal de Gwangju, em 1997, e da Thermocline of Art, na Alemanha, em 2007.

Reler, de Raquel Kogan (Brasil, 2008)

Reler

Estante composta de 50 livros-objeto. Ao serem abertos, um mecanismo dispara a gravação de trechos de textos de diversos autores. Assim, o público compõe um palimpsesto sonoro, sem que cada visitante deixe de ouvir o trecho do livro específico que está em suas mãos. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007.

Raquel Kogan é arquiteta, artista multimídia, gravadora e pintora. Em 2003, iniciou a série Reflexão, que foi apresentada na Ciber@rt 2004, no Centro de Comunicações de Bilbao, Espanha. Em 2004, desenvolveu a obra interativa Projeção, no Paço das Artes, a intervenção Fotoarte, em Brasília, a instalação 401 Lord Palace, em São Paulo, e os objetos interativos no 11º Salão da Bahia, em Salvador.

The Mutations of the White Doe, de Nicolas Reeves (EUA, 1997)

The Mutations of the White Doe

Três esculturas de polímero translúcido elaboradas com base num algoritmo genético. Os blocos avulsos construídos, quando reunidos, lembram objetos arquitetônicos improváveis. O pedestal de cada escultura emite trechos reelaborados de The White Doe, música folclórica escandinava que data de épocas remotas.

Nicolas Reeves é arquiteto graduado pela Universidade de Montreal, Canadá. Hoje leciona no departamento de design da Universidade de Quebec, em Montreal, e encabeça o NXI Gestatio, laboratório de pesquisa e criação em ciência da computação, arquitetura e design.

Bacterias Argentinas, de Santiago Ortiz (Colômbia, 2004)

Bacterias Argentinas

Obra de web art em que um modelo dinâmico de agentes autônomos – na forma de palavras em uma rede gramatical – comem um ao outro. Nesse processo, as bactérias trocam informações genéticas e promovem a emergência de narrativas inusitadas.

Santiago Ortiz é artista, matemático e pesquisador de arte, ciência e campos de representação. Trabalha com técnicas de comunicação, criação e expressão em que se combinam narrativa e literatura, espaços digitais e arquitetônicos.


PixFlow #2, de LAb[au] (Bélgica, 2007)

PixFlow #2

Escultura na forma de um console composto de quatro displays dispostos verticalmente. Um programa simula um campo vetorial em que partículas fluem conforme a evolução de sua densidade. A interação mútua que se desenrola no campo provoca a emergência de comportamentos totalmente imprevisíveis das partículas.

LAb[au] é um coletivo belga fundado em 1995 por Els Vermang, Jérôme Decock, Alexandre Plennevaux e Manuel Abendroth. As áreas de interesse do grupo extrapolam a arquitetura e o urbanismo (presentes na sigla) e englobam software art e vjeing. Além disso, eles promovem simpósios e workshops com nomes de peso como Lev Manovich, Marcos Novak e Stanza.

Tumbling Dream Chambers, de Boredomresearch (Inglaterra, 2007)

Tumbling Dream Chambers

Trabalho de vida artificial composto de duas obras anteriores: Biomes e Randomseeds. É formado por cinco displays semelhantes a pratos Petri – recipientes de vidro usados em experimentos científicos e para cultura de bactérias em laboratório – que são inoculados por duas sementeiras (na verdade, pequenos computadores). Nos biomas, microorganismos artificiais nascem, evoluem e morrem.

Boredomresearch é um coletivo inglês formado por Paul Smith e Vicky Isley, pesquisadores de animação e arte computacional na Universidade de Bournemouth, Inglaterra.

RAP3 – Robotic Action Painter, de Leonel Moura (Portugal, 2006)

RAP3 – Robotic Action Painter

Um robô artista que realiza pinturas em estilo abstrato gestual baseado em informações em seu código e em inputs do público. Desde 2007 encontra-se na sala dedicada à evolução da humanidade no Museu de História Natural de Nova York, em permanente atividade criativa. O artefato gera composições originais, decide por si próprio quando o desenho está pronto e assina no canto inferior direito como qualquer artista humano.

Leonel Moura é um artista que trabalha na área de inteligência artificial e robótica. Criou em 2007 o Robotarium, o primeiro zoológico de robôs, localizado em Alverca, Portugal. No mesmo ano, inaugurou em Lisboa a Galeria Leonel Moura Arte, voltada exclusivamente para exposições de arte criada por robôs.

Mikado_Xplosion, de Pascal Dombis (França, 2008)

Mikado_Xplosion

Plotagem de uma obra classificada como software art. Trata-se de uma sobreposição de 1,5 milhão de linhas coloridas, que remetem ao jogo infantil das varetas chinesas. A obra é derivada de um programa de computador baseado numa imagem geométrica simples, que tem o formato de uma árvore. O trabalho foi elaborado para ser aplicado na fachada do prédio do Itaú Cultural.

Pascal Dombis vive e trabalha em Paris, França. Sua obra recebeu menção honrosa no Ars Electronica em 1994 e já foi apresentada em exposições de arte generativa e fractal em toda a Europa e nos Estados Unidos. O artista explora a coexistência paradoxal entre controle ordenado e forças aleatórias caóticas.

youTAG, de Lucas Bambozzi (Brasil, 2008)

youTAG

Trabalho de web art composto basicamente de um sistema especial de procura de palavras-chave associadas a vídeos e fotos na internet. Por uma busca específica, o visitante recebe em seu e-mail uma peça audiovisual remixada – e de autoria desconhecida – com base em material previamente existente e disponível na rede. Obra vencedora do Rumos Itaú Cultural Arte Cibernética em 2007.

Lucas Bambozzi é jornalista graduado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Desde os anos 1980 desenvolve estudos e trabalhos sobre expressividade da linguagem audiovisual, com ênfase em meios eletrônicos. Já realizou obras em vídeo, filme, instalação, projetos interativos e internet.

Spore, de Will Wright/Electronic Arts (EUA, 2008)

Spore

Editor de criaturas parte integrante de um jogo de computador desenvolvido pela empresa de games Electronic Arts. É um épico de vida artificial que engloba a origem de uma vida, sua evolução, a criação de uma civilização tecnológica e eventualmente seu fim.

Will Wright é criador de games clássicos como SimCity e The Sims.

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Além dos trabalhos apresentados na Mostra, o Simpósio Emoção Art.ficial 4.0, entre 2 e 5 de julho, vai abordar o conceito de emergência por meio de quatro temas: criatividade, caos, estética e cibernética. As mesas terão transmissão ao vivo pela internet, sendo as três últimas precedidas pelo Pecha Kucha Night – São Paulo, um exemplo de promoção de emergência: de apresentação livre de idéias que traz um resultado imprevisto e respeita regras simples.

Confira a grade de programação do Simpósio:

Emergência e Criatividade com Peter Cariani
quarta 2 19h30

Sistemas diversos, que vão de crianças em fase de crescimento a robôs sofisticados, experimentam o mundo e, após tentativas e erros, adquirem a independência necessária para se remodelar, a ponto de originar novos comportamentos e funções. Isso revela um tipo de autonomia epistemológica, isto é, a capacidade criativa de o sistema aprender por conta própria a se ajustar da melhor forma ao meio externo.

Peter Cariani é biólogo e doutor em ciência de sistemas pela Universidade Binghamton, Estados Unidos. Seus interesses cobrem uma ampla variedade de questões científicas e filosóficas, como cibernética, biologia teórica, sistemas autônomos e neurologia. Atualmente é instrutor na Escola de Medicina de Harvard e professor de cognição musical no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Emergência e Caos com Santiago Ortiz
quinta 3 19h30

A interação entre elementos é o motor criativo da emergência. Fractais, sistemas dinâmicos e a idéia da complexidade comprovam que agentes que interagem com base em regras simples podem alcançar resultados complexos e imprevisíveis. Paradoxalmente, o caos revela um tipo de ordem, e teorias sugerem que sentidos e coerências emergem da confusão de um mundo aparentemente desordenado e difuso.

Santiago Ortiz é artista, matemático e pesquisador de arte, ciência e campos de representação. Trabalha com técnicas de comunicação, criação e expressão em que se combinam narrativa e literatura, espaços digitais e arquitetônicos.

Emergência e Estética com Silvia Laurentiz
sexta 4 19h30

Múltiplos agentes de um sistema, expandindo-se até seus limites de interação, geram novos e surpreendentes padrões. Ao longo do processo eles evoluem cataliticamente sem que seu planejador − o artista, no caso − tenha total controle sobre os efeitos desencadeados. Estudos de caso e sobre novos experimentos poéticos comprovam o advento do fenômeno da emergência no campo estético.

Silvia Laurentiz é artista multimídia. Doutora pelo programa de pós-graduação em comunicação e semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP) e docente da ECA/USP.

Emergência e Cibernética com Andy Webster e Jon Bird
sábado 5 19h30

Na natureza ou em modelos computadorizados, a emergência é um fenômeno que tem como precedente a interação cibernética entre um número suficientemente elevado de agentes reais e/ou virtuais, seja ocorrendo num espaço físico, seja num espaço de ou numa máquina de estados finitos. A causalidade circular entre os elementos da interação pode proporcionar a imanência de eventos na ecologia, na ciência e na arte.

Andy Webster é artista e pesquisador na Faculdade de Artes Falmouth, em Cornwall, Inglaterra. Suas obras são influenciadas pelo artista norte-americano Richard Serra e pelo cientista britânico Gordon Pask.

Jon Bird é pesquisador de neurociência computacional e robótica na Universidade de Sussex, Inglaterra. Ele colabora em projetos artísticos que envolvem conceitos como curadoria evolucionária e filmes generativos. Faz parte do comitê organizacional do Blip, fórum de arte, ciência e tecnologia que eventualmente promove exposições no Reino Unido.

Pecha Kucha Night – São Paulo
quinta 3 a sábado 5 18h às 19h

Realizado em mais de 60 cidades em todos os continentes, o Pecha Kucha Night (PKN) acontece pela primeira vez em São Paulo, em conjunto com o Simpósio Emoção Art.ficial 4.0.

O evento é um espaço aberto para apresentação de projetos, idéias e trabalhos a um público variado. Por fazer parte de um simpósio temático, os organizadores do PKN São Paulo selecionaram projetos com ênfase em novas mídias e/ou tecnologias.

As exibições respeitam duas regras: são mostradas 20 imagens com duração de exibição de 20 segundos cada. Para acompanhar a exibição pode-se tocar um instrumento, recitar um poema, fazer performances teatrais, falar etc. As apresentações estão de acordo com o fenômeno da emergência, tema do Emoção Art.ficial 4.0, que se resume no princípio de que elementos interagindo a partir de regras simples podem alcançar resultados complexos e imprevisíveis”

Para saber mais visite o site oficial.

Para saber mais sobre fenômenos emergentes, acesse a Enciclopédia de Arte e Tecnologia do Itaú Cultural e o blog do Itaulab. Atenção! Os ingressos para apresentações e mesas do simpósio serão distribuídos gratuitamente com meia hora de antecedência: na quarta às 19h e de quinta a sábado a partir das 17h30, já que haverá o Pecha Kucha Night – São Paulo.
sala itaú cultural 247 lugares

Informações Úteis

EXPOSIÇÃO EMOÇÃO ART.FICIAL 4.0 – EMERGÊNCIA!

visitação
quarta 2 julho a domingo 14 setembro 2008
terça a sexta 10h às 21h
sábado domingo feriado 10h às 19h

atendimento educativo – visitas agendadas
grupos 10 a 44 pessoas
duração aproximada 90 minutos [visita para público especial duração aproximada 120 minutos]
terça a sexta [manhã tarde noite diversos horários]
sábado [11h e 15h]
agendamentos e informações fone 11 2168 1876 [segunda a sexta 10h às 18h]

atendimento educativo – visitas espontâneas
grupos até 22 pessoas
duração aproximada 60 minutos
terça a domingo feriado [manhã tarde diversos horários]

apresentação especial da instalação sonora Canções Submersas, de Vivian Caccuri
quinta 17 julho 19h às 21h

SIMPÓSIO EMOÇÃO ART.FICIAL 4.0 E PECHA KUCHA NIGHT – SÃO PAULO
sala itaú cultural 247 lugares
mesas com transmissão ao vivo pela internet

Emergência e Criatividade com Peter Cariani
quarta 2 19h30

Emergência e Caos com Santiago Ortiz
quinta 3 19h30

Emergência e Estética com Silvia Laurentiz
sexta 4 19h30

Emergência e Cibernética com Andy Webster e Jon Bird
sábado 5 19h30

Pecha Kucha Night – São Paulo
quinta 3 a sábado 5 18h às 19h

Atenção! Os ingressos, para apresentações e mesas do simpósio, serão distribuídos gratuitamente com meia hora de antecedência às atividades: na quarta às 19:00 e de quinta a sábado a partir das 17:30, já que haverá o Pecha Kucha Night – São Paulo.

Veja também:  

Debate em vídeo na íntegra com Steven Johnson

A bolha vai estourar! (de novo)

Entrevista com David Levy: Casamento entre humanos e robôs?

Fonte: Itaú Cultural

Comentários

2 comentários em “Emoção art.ficial 4.0 - A Emergência no Itaú Cultural”

  1. rrutia em 2 Julho 2008 17:04

    da hora

  2. joséééé em 1 Agosto 2008 21:20

    nossa mano, esse negócio é muito ruim… ainda bem que é de graça… só pra um pessoal nerd e cult mesmo, pq um cara lá, de uma faculdade, ficou dizendo que o ”Roots, de Roman Kirschner (Áustria, 2005-2006)” era apocaliptico… af.

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